quinta-feira, 18 de novembro de 2010

"«Nunca ninguém disse que ele era um cão bestial - ou sequer um bom cão. Era selvagem que nem um demónio e forte que nem um touro. Irrompeu através da vida com um estilo que normalmente associamos às catástrofes naturais. Tanto quanto sei, foi o único cão a ter sido expulso de uma escola de obediência. (...) Marley ensinou-me a viver cada dia como uma exuberância e alegria ilimitadas, a aproveitar o momento e a seguir o coração. Ensinou-me a apreciar as cisas simples (...). E quando começou a ficar velho e doente, ensinou-me a ser optimista em face das adversidades. Essencialmente, ensinou-me a importância da amizade e da abnegação e, acima de tudo, da lealdade absoluta. (...)»"

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