Somos tótil de young, wild and free, mas como (pelos vistos) o mundo acaba amanhã, tu tens de ser p'ra mim e eu p'ra ti e não podemos viver mais nada para além disto.
Yay, yay, yay! ._.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
A superfície do epitélio traqueobrônquico é revestida por uma camada de células epiteliais onde cada uma possui cerca de 200 cílios (epitélio pseudoestratificado ciliado).
O muco que cobre todo o epitélio das vias respieratórias é secretado por células presentes no revestimento epitelial e por pequenas glândulas submucosas.
Volta que vira vêem-se no telejornal notícias que relatam ministros a serem vaiados aqui e ali.
Pois eu digo: se há homem que nunca foi vaiado (pelo menos que eu saiba) e que tem (com certeza absoluta) mais apoiantes que todos os ministros juntos é o grande boss Tony Carreira.
Vejamos agora... Se esse grande boss diz que acha que a Mariana vai ganhar esta edição dos Ídolos, pergunto-me o que farão as centenas de apoiantes que seguem este homem pelo país e mundo fora...?
Ou muito me engano ou vai ser contrariada a tendência generalizada que diz que "quem vota são as mulheres e as mulheres votam é em homens"; vai saí e s urge uma versão actualizada: "as mulheres votaram numa mulher porque um homem disse que a achava a melhor".
Ora bem, não é que eu tenha alguma coisa contra a rapariga, porque não tenho (quanto mais não seja, porque não a conheço de lado nenhum). Aliás, eu reconheço inteiramente o talento que ela tem! Já protagonizou actuações completamente, totalmente espectaculares! Mas eu... Sou mais Diogo...!
Passo a explicar: se há coisa na qual eu me reduzo à minha insignificância é na música. Eu não percebo nem distingo estilos, tendências, épocas, o que seja; eu não sei de cor a evolução desta ou daquela banda, eu não sei o nome de 500 000 músicas/bandas/álbuns... Nada, zero.
No entanto, se há coisa em que sou muito fixe é a sentir. E sinto a música. Há musicas que simplesmente me deixam arrebatada; fico arrepiada da cabeça aos pés, emociono-me, vidram-se-me os olhos de lágrimas e é um calmante como há muito poucos! E depois claro... Há sempre esta ou aquela que me lembra alguém ou alguma situação, me faz sonhar, me faz sorrir... Sei lá. Às vezes parece de loucos haver uma música que descreva tão bem aquilo que sinto.
Cliché? Talvez... No meu mundo? A mais pura das verdades!
Prova disso mesmo é que a única (sublinho: a ÚNICA). banda que me faz gastar dinheiro em álbuns (sendo que ainda me faltam 1 ou 2) são os More Than a Thousand.
Há volta de 5 ou 6 anos, ouvi a primeira vez uma música deles: In Loving Memory (precisamente este vídeo). Desde aí, fiquei completamente cega por esta banda.
Há qualquer coisa com nestas músicas. Sempre que ouço um novo álbum quase que choro - quando ouvi o Vol.4 na Fnac parecia sei lá o quê (vá, os 2 e 3 foram oferecidos, mas ainda há mais para sair!).
Adoro e pronto!
Desde sempre que ouço tudo e mais alguma coisa. Ouço isto, ouço aquilo (incluindo aquilo que muita gente considera "lixo"), mas estes... Estão sempre. ♥
Com o Diogo é um bocadinho isso. Não exactamente, mas algo do género... Ou seja: ouço-o cantar e fico parva.
Ele entra no casting e diz que faz versões dele das músicas que canta - e eu penso: "Ya claro, se as fizeres como os outros todos que dizem que o fazem...". Ele começa a cantar e eu fico... Tipo: O.O
Ele é falsetes, ele é aquela doçura, ele é aquela entrega, ele é aquela transmissão de emoção, ele é aquele rouco simplesmente encantador, natural e ma-ra-vi-lho-so que eu tanto adoro!
O que ele faz às músicas é simplesmente espectacular e faz com que elas ganhem um significado completamente diferente (por mim falo) - especialmente esta do Pedro Abrunhosa (com todo o inegável respeito que tenho por ele). Ah ya, e também é giro que dói!
Resumindo: aquele assunto do Tony foi simplesmente uma coisa de que me lembrei ontem quando soube que eram eles os dois os finalistas; quanto à música... Prolongou-se. Mas para mim ela é isso mesmo: sentir e pronto. ♥
sábado, 21 de julho de 2012
O senhor que fez História a falar de História.
José Hermano Saraiva, 1919-2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Só vou tentando manter alguma sanidade mental neste mundo de loucos.
Enquanto se faz vida de estudante os anos contam-se essencialmente pelo carácter "lectivo" e não propriamente como realmente são: anos civis. Bem, agora que chego ao fim de mais um, olho por cima do ombro e vejo um caminho tão curto e ao mesmo tempo tão longo... Sim, desengane-se quem pensar que nos teenage years são tudo rosas, bem pelo contrário! É que é por isso que isto é o que é: é-se confrontado com tudo numa primeira vez, basicamente (flashback a um post de outrubro de 2010). E claro que depois há não sei quantas pessoas à espera que sejamos capazes de lidar com tudo e tal e tal...
Mas é mesmo verdade, fogo. Dou por mim num sítio completamente novo com pessoas completamente novas e capaz de lidar com tudo; umas vezes melhor, outras pior, outras nem me incomodo sequer, pelo que já aprendi e ainda houve tempo para em algumas perder completamente a cabeça; ou porque eram completamente novas, ou porque eram completamente horríveis e violentas (emocionalmente falando) - ei, quem não sofre com as desilusões?
Ai vida, a quanto obrigas... Cada vez mais me reduzo à insignificância do meu mundo, cada vez mais me ocupo a viver intensamente cada dia e cada vez mais aprendo a pensar em mim primeiro, a orgulhar-me do que me tornei, do quanto suei para ser o que sou: Ana Filipa.
Assim, nos últimos tempos...
... fui finalista
... concretizei um sonho
... encerrei um ciclo
... fui viver para uma cidade linda
... entrei numa escola nova para um curso que adoro