quinta-feira, 18 de novembro de 2010

"Ali sozinho na escuridão senti muitas coisas diferentes. (...) Outra era a humildade, pois estava vivo e incólume aos horrores desse dia e era livre de continuar a minha vida como marido, pai e escritor. Na solidão da noite, quase conseguia sentir a finitude da vida e como ela era preciosa. Nós damo-la por garantida, mas ela é frágil, precária, incerta, susceptível de acabar a qualquer momento sem aviso. Lembrei-me daquilo que devia ser uma evidência mas nem sempre é: que vale a pena saborear cada dia, cada hora e cada minuto das nossas vidas."

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