segunda-feira, 23 de julho de 2012

Olha, lembrei-me...!

Volta que vira vêem-se no telejornal notícias que relatam ministros a serem vaiados aqui e ali.



Pois eu digo: se há homem que nunca foi vaiado (pelo menos que eu saiba) e que tem (com certeza absoluta) mais apoiantes que todos os ministros juntos é o grande boss Tony Carreira.


Vejamos agora... Se esse grande boss diz que acha que a Mariana vai ganhar esta edição dos Ídolos, pergunto-me o que farão as centenas de apoiantes que seguem este homem pelo país e mundo fora...?


Ou muito me engano ou vai ser contrariada a tendência generalizada que diz que "quem vota são as mulheres e as mulheres votam é em homens"; vai saí e s urge uma versão actualizada: "as mulheres votaram numa mulher porque um homem disse que a achava a melhor".

Ora bem, não é que eu tenha alguma coisa contra a rapariga, porque não tenho (quanto mais não seja, porque não a conheço de lado nenhum). Aliás, eu reconheço inteiramente o talento que ela tem! Já protagonizou actuações completamente, totalmente espectaculares! Mas eu... Sou mais Diogo...!


Passo a explicar: se há coisa na qual eu me reduzo à minha insignificância é na música. Eu não percebo nem distingo estilos, tendências, épocas, o que seja; eu não sei de cor a evolução desta ou daquela banda, eu não sei o nome de 500 000 músicas/bandas/álbuns... Nada, zero.
No entanto, se há coisa em que sou muito fixe é a sentir. E sinto a música. Há musicas que simplesmente me deixam arrebatada; fico arrepiada da cabeça aos pés, emociono-me, vidram-se-me os olhos de lágrimas e é um calmante como há muito poucos! E depois claro... Há sempre esta ou aquela que me lembra alguém ou alguma situação, me faz sonhar, me faz sorrir... Sei lá. Às vezes parece de loucos haver uma música que descreva tão bem aquilo que sinto.
Cliché? Talvez... No meu mundo? A mais pura das verdades!
Prova disso mesmo é que a única (sublinho: a ÚNICA). banda que me faz gastar dinheiro em álbuns (sendo que ainda me faltam 1 ou 2) são os More Than a Thousand.

  

Há volta de 5 ou 6 anos, ouvi a primeira vez uma música deles: In Loving Memory (precisamente este vídeo). Desde aí, fiquei completamente cega por esta banda. 




Há qualquer coisa com nestas músicas. Sempre que ouço um novo álbum quase que choro - quando ouvi o Vol.4 na Fnac parecia sei lá o quê (vá, os 2 e 3 foram oferecidos, mas ainda há mais para sair!).
Adoro e pronto!

Desde sempre que ouço tudo e mais alguma coisa. Ouço isto, ouço aquilo (incluindo aquilo que muita gente considera "lixo"), mas estes... Estão sempre. 

Com o Diogo é um bocadinho isso. Não exactamente, mas algo do género... Ou seja: ouço-o cantar e fico parva.
Ele entra no casting e diz que faz versões dele das músicas que canta - e eu penso: "Ya claro, se as fizeres como os outros todos que dizem que o fazem...". Ele começa a cantar e eu fico... Tipo: O.O
Ele é falsetes, ele é aquela doçura, ele é aquela entrega, ele é aquela transmissão de emoção, ele é aquele rouco simplesmente encantador, natural e ma-ra-vi-lho-so que eu tanto adoro!
O que ele faz às músicas é simplesmente espectacular e faz com que elas ganhem um significado completamente diferente (por mim falo) - especialmente esta do Pedro Abrunhosa (com todo o inegável respeito que tenho por ele). Ah ya, e também é giro que dói!


Resumindo: aquele assunto do Tony foi simplesmente uma coisa de que me lembrei ontem quando soube que eram eles os dois os finalistas; quanto à música... Prolongou-se. Mas para mim ela é isso mesmo: sentir e pronto. 

Sem comentários:

Enviar um comentário