A densidade do pensamento humano é capaz de nos levar a nós próprios, humanos, à loucura.
E por que razão acontecerá isso? Por que é que não podemos entender-nos todos e dar-nos todos bem, tal e qual como nos contos de fadas?
As teorias chegarão certamente às dezenas de milhar, e que remédio existe senão o de lidar com a realidade da forma que ela é e, muitas vezes, engolir em seco?
Só me enerva a nostalgia e o murro no estômago que se sente durante dias quando, aquilo que parecia eterno e feliz, acaba de um momento para o outro. É como se uma metade ficasse magoada e outra rancorosa - sensações perfeitamente dispensáveis.
Parece um beco sem saída; parece que nem as minhas "filosofias" de vida me valem de nada. Há sempre um sufoco.
E por que razão acontecerá isso? Por que é que não podemos entender-nos todos e dar-nos todos bem, tal e qual como nos contos de fadas?
As teorias chegarão certamente às dezenas de milhar, e que remédio existe senão o de lidar com a realidade da forma que ela é e, muitas vezes, engolir em seco?
Só me enerva a nostalgia e o murro no estômago que se sente durante dias quando, aquilo que parecia eterno e feliz, acaba de um momento para o outro. É como se uma metade ficasse magoada e outra rancorosa - sensações perfeitamente dispensáveis.
Parece um beco sem saída; parece que nem as minhas "filosofias" de vida me valem de nada. Há sempre um sufoco.
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