domingo, 20 de março de 2011

Yin e Yang

Cometeste um grande erro. Depois daqueles minutos não podias ter feito o que fizeste, simplesmente não podias.

Sinto-me a sufocar. Olho à minha volta e só vejo tempo perdido; tempo entregue a gente que não mereceu nem um segundo. Não percebo o porquê de tudo isto; dou voltas e voltas à cabeça e continuo sem perceber... Eu não fiz nada de mal, bolas! Eu assumo quando erro; sei que não errei, não fiz nada de errado. Não fiz e tu sabes muito bem disso!

Fartei de chorar e fartei de pensar. Por isso mesmo dedico-me a não pensar e a rir (quanto mais não seja da porca ironia no meio disto tudo). Quero dizer, aquele que era imoral e ingrato, afinal até é bom amigo... Agora percebo porquê: pessoas parecidas, normalmente dão-se bem.

Claro que, sem surpresas (ou não), aquele pilar inabalável continua do meu lado.
Não é perfeito, claro que não, mas é sincero, é um óptimo ouvinte e um grande amigo. Sem papas na língua (às vezes até nem lhe fazia mal ter algumas), está sempre presente, para o bem e para o mal; não se deixa iludir, não se esquece de mim e muito menos me põe numa prateleira para me usar apenas quando lhe dá jeito.

Há já 77 meses que fazes (oficialmente) parte da minha vida. Não me deixes nunca. @

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